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Tele Consulta Unimed: entrega do projeto com o time em home office

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A Tele Consulta da Unimed é uma ferramenta que foi construída em parceria com a Unimed Central, com o objetivo de realizar atendimento virtual e se aproximar dos pacientes em meio à atual crise no sistema de saúde do Brasil.

O projeto foi o primeiro entregue pela Kbase com a empresa inteira em home office. Nesse artigo você verá detalhes dessa experiência.

Sobre a Unimed Central

Antes de tudo, saiba que a Unimed Central é a cooperativa do Sistema Unimed RS que atua desenvolvendo produtos e serviços para o setor de saúde que são destinados às 27 Unimeds Filiadas no estado. 

O que move o negócio da cooperativa é fomentar o desenvolvimento dessas filiadas, para que possam melhorar a remuneração dos seus cooperados. E uma das formas de fazer isso, é utilizando tecnologias modernas a fim de trazer inovações no atendimento.

Antes de entrar em explicações mais técnicas do projeto, é importante que você entenda o que é e para que serve o serviço de telemedicina.

O que é Telemedicina

A telemedicina é uma especialidade médica que tem a finalidade de disponibilizar serviços a distância para o cuidado com a saúde, isso ocorre por meio de tecnologias digitais que promovem a assistência médica online a pacientes, clínicas, hospitais e profissionais da saúde.

No caso da Unimed, essa especialidade já vinha sendo utilizada através do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP). Com o uso dessa plataforma é possível compartilhar informações clínicas do paciente, entre outros recursos, isso tudo de forma digital.

Para melhorar e modernizar ainda mais esse recurso, a Unimed Central planejava transformar o PEP em uma plataforma que não apenas disponibilizaria informações, mas que faria também consultas online através de vídeo chamada. 

telemedicina

A ideia inicial era oferecer um atendimento contínuo, para que o paciente não precisasse retornar ao consultório sem que houvesse necessidade. 

Os impactos do COVID-19

No entanto, antes do COVID-19 se espalhar por pelo mundo e trazer impactos que afetaram principalmente o sistema de saúde, a telemedicina não era um sistema totalmente liberado pelas autoridades. 

Nesse meio tempo em que o vírus se espalhava cada vez mais pelo Brasil, o Ministério da Saúde, CFM, ANS e o Senado liberaram o uso da telemedicina com a intenção de controlar e proteger pacientes e profissionais de saúde.

Logo após essa liberação, houve possibilidade de dar andamento no projeto, que nesse momento tinha como foco evitar contato físico para amenizar os riscos de espalhar o COVID-19.

E assim, com a necessidade de tirar essa ideia do papel, a Kbase foi escolhida como uma das parceiras que participaria desse desafio.

SAIBA MAIS: OUTSOURCING EM TI – A EVOLUÇÃO DA PARCERIA ENTRE KBASE E MBM

Desafios e planejamento do projeto

Em virtude dos acontecimentos e urgência em colocar o sistema no ar, um dos principais desafios foi encontrar soluções rápidas para entregar o projeto no menor tempo possível. 

O objetivo era construir uma nova ferramenta dentro do PEP teleconsulta com a finalidade de levar o paciente para uma vídeo chamada onde aconteceria o atendimento médico. 

planejamento de TI

Dessa forma, o melhor caminho encontrado foi o Jitsi, um software de chamada de vídeo com biblioteca open source

Com essa ferramenta foi possível utilizar o código aberto e construir uma integração. Assim, foi desenvolvida uma API com as funções listadas abaixo.

  • Recebimento de todos os agendamentos de consultas vindas do sistema PEP;
  • Controle de segurança das salas de teleconferência, autenticando a conexão entre o médico via sistema PEP e o paciente que acessa uma página web;
  • Comunicação com a interface web informando o sistema PEP a chegada do paciente na chamada;
  • Notificações na saída do usuário ou quando médico/assistente opta pelo encerramento;
  • Captação de imagens do paciente para anexado no prontuário;
  • O site do paciente avalia os dados de acesso e acompanha o status da consulta.

Principais ferramentas

Outro ponto importante foi escolha das ferramentas que possibilitaram realizar as integrações sem grandes dificuldades. Na lista abaixo estão as principais.

  • Banco de dados MongoDB;
  • Framework NestJS no Node.js;
  • Documentação da API com Swagger (open API 3.0).

Como resultado, a documentação de uso da API foi entregue e em pouco tempo já era possível realizar testes com dados estáticos. 

projeto de TI em home office

A entrega do projeto com o time em home office

Sobretudo, a participação nesse projeto teve um valor simbólico para a Kbase, isso por ter sido o primeiro que foi construído e entregue com a empresa 100% em home office.

Foi sem dúvidas um grande desafio, mas que resultou em novas experiências e aprendizados sobre adaptação, resiliência e a importância do planejamento em meio a uma crise.

Além disso, atribuiu a satisfação de construir um projeto necessário e com potencial de ajudar nesse momento de pandemia.

SAIBA MAIS: HOME OFFICE – ATÉ QUANDO?

Tele Consulta

Assim, o projeto Tele Consulta saiu do papel e se tornou um meio de evitar contato físico entre pacientes e profissionais de saúde das Unimeds.

O sistema conta com diversas outras funcionalidades e foi construído em muitas mãos. A Kbase foi uma delas e é motivo de orgulho fazer parte disso.

O gerente de TI da Unimed Central compartilhou com a gente a experiência dele e da equipe durante essa jornada. Leia abaixo.

Depoimento do Cliente

“Em primeiro lugar, a negociação foi muito positiva. A Kbase entendeu o momento de pandemia que estamos passando e fechamos uma parceria que está apenas no início.

Como principal resultado, disponibilizamos aos médicos cooperados de nossas filiadas o recurso de tele consulta, desenvolvido em conjunto com nossa equipe de desenvolvimento interno e outra empresa já parceira.

Este recurso viabiliza aos médicos continuidade de atendimento com seus pacientes no momento de pandemia que estamos vivendo. 

Um dos principais recursos, que demonstrou empenho e estudo da equipe da Kbase, foi a implementação em todas as plataformas mobile. 

Destacaria que outro benefício foi o pronto atendimento e entendimento das equipes de projeto e desenvolvimento do tempo de entrega, conseguimos implementar todo o recurso pela grande agilidade da equipe.

Confio na Kbase pela dedicação e empatia, tanto da equipe de negociação quanto técnica, desde a especificação até a entrega final.

Por fim, agradeço a equipe técnica e espero que tenhamos uma duradoura parceria juntos.”

– Leandro Schmitz

Criando Back-end API com Spring Boot 2.0

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Você utiliza Spring Boot? Quer saber o que mudou com as atualizações e como funciona? Ou ainda NÃO CONHECE essa ferramenta? Então continue lendo e veja na prática a criação de uma Back-end API com Spring Boot 2.0.

O que você vai encontrar nesse artigo:

  • O que é Spring Boot
  • Atualizações no Spring Boot 2.0
  • Conceito básico de Back-end e API
  • Instalações e principais configurações
  • Vídeo tutorial com passo a passo completo

O que é Spring Boot

Primeiramente, uma breve explicação sobre o Spring Boot. O projeto foi criado pela Spring com o objetivo de facilitar o processo de configuração e publicação de aplicações, a fim de ter o projeto rodando o mais rápido possível e sem maiores dificuldades.

Isso é possível porque o Spring Boot consegue favorecer a convenção sobre a configuração. Ou seja, é só dizer quais módulos deseja utilizar (WEB, Template, Persistência, Segurança, etc.) que ele reconhece e faz as configurações.

Com a primeira versão, a ferramenta ficou conhecida principalmente pela facilidade de criação, configuração de projetos e a utilização de microsserviços. Além disso, o Spring Boot proporciona maior liberdade para pensar nas regras de negócio da aplicação.

o que é spring boot

Atualizações no Spring Boot 2.0

A Spring está constantemente trazendo melhorias e o Spring Boot 2.0 é veio com algumas modificações, entre elas estão quebras de compatibilidades e inclusão de novas funcionalidades que ajudam o desenvolvimento e melhoria de qualidade do código. 

Outro ponto importante, é a versão do Java necessária para utilizar o Spring Boot. Alguns métodos e classes são encontradas apenas à partir da versão 8. Entretanto, o recomendado é utilizar da 9 em diante. Fique atento e atualize o seu.

SAIBA MAIS: JAVA – UMA SOBREVIVENTE NA ERA DAS NOVAS LINGUAGENS

Back-end API

Antes de entrar nas configurações, relembremos o que significa e para que serve uma API.

Começando pelo significado, a sigla refere-se ao termo em inglês “Application Programming Interface” que traduzido para o português significa “Interface de Programação de Aplicativos”.

E essas interfaces são um conjunto de rotinas e padrões de programação para acesso a um aplicativo de software ou plataforma baseado na Web. Em resumo, uma API é composta por uma série de funções acessíveis somente por meio de programação.

Mas afinal, quando APIs precisam ser criadas? Um caso comum é quando uma empresa de software tem intenção de que outros criadores de software desenvolvam produtos associados ao seu serviço.

Para exemplificar, o Google Maps é um dos mais utilizados. Por meio do código original, muitos outros sites e aplicações utilizam e adaptam os dados do Maps conforme seus objetivos.

Se você já trabalha e tem experiência com back-end, sabe a importância de se preocupar com a persistência dos dados, regras de negócio, segurança da informação, performance, etc.

Caso esteja começando na programação e caiu aqui de “paraquedas”, faça uma pesquisa sobre alguns conceitos. Abaixo sugestão de sites que podem ajudar:

https://mkyong.com/

https://www.youtube.com/user/algaworks

Agora que já deu para tirar algumas dúvidas e entender alguns conceitos, se prepare aí! A seguir começa o passo a passo para criar uma back-end API com Spring Boot 2.0.

Instalações e principais configurações

O Spring Tool Suite é uma IDE baseada em Eclipse que dá algumas facilidades para trabalhos com o Spring no geral. Uma das vantagens é que ajuda a criar projetos com Spring Boot.

Mas não se preocupe, o STS não é pré-requisito para criação de projetos com Spring Boot. Você pode trabalhar com Spring Boot em qualquer IDE que dê suporte ao Maven. Nesse site você vai encontrar suporte para utilizar outras IDEs: http://start.spring.io 

Faça a instalação se você ainda não tiver o Java instalado ou se a sua versão for anterior a 8. 

SAIBA MAIS: JAVASCRIPT – UMA LINGUAGEM DE ALTO NÍVEL PARA DESENVOLVIMENTO WEB

Criando o projeto

spring boot 2.0 starter project

Abra o programa e faça a criação do seu projeto. Basta seguir o caminho: File > New > Spring Starter Project

Escolha o nome do projeto, versão do java, deixa padrão os demais itens e segue para o próximo passo. 

Configurando as dependências do projeto

spring boot 2.0 dependências

Faça a seguinte seleção:

Java 11 / H2 Database / Spring Data JPA / Spring Boot Dev Tools / Spring Web / Validation

Dependências Swagger

spring boot 2.0 dependências swagger

Nas dependências do Swagger é necessário adicionar esse trecho no pom.xml para poder utilizar. Esse processo é manual por não ser uma dependência padrão da Spring, apesar de ser muito utilizada em aplicações Web.

Config Properties

properties são propriedades internas do pom.xml

Os properties são propriedades internas do pom.xml, é onde se define as versões das dependências que são adicionadas manualmente no projeto.

Essa config é opcional porque pode-se colocar o número da versão direto na tag <version></version> da dependência. As dependências do Spring (que foram selecionadas ao criar o projeto) não precisam estar ali, são inferidas automaticamente.

Meta Model Entity Processor

Meta Model Entity Processor é utilizado na hora de criar as specifications

O Meta Model Entity Processor é utilizado na criação das specifications para filtrar/pesquisar dados. 

Assim que finalizar esse passo faça um Update no projeto: Maven > Update Project > Force > OK!

Criando primeiros pacotes

.config / controller / model / repository / service / specs 

.config / controller / model / repository / service / specs 

  • config: pacote para agrupar classes contendo configurações do projeto
  • controller: pacote para armazenar as classes que conterão os endpoints da API
  • service: pacote para armazenar as classes que conterão as regras de negócio da aplicação.
  • repository: pacote para armazenar interfaces responsáveis pela abstração da comunicação com o banco de dados.
  • specs: pacote para armazenar classes utilitárias de conversão de filtros de pesquisa de dados em Specifications do Spring Data JPA.
  • model: pacote para armazenar as classes do modelo de dados contendo os mapeamentos das entidades do banco de dados.
  • dto: pacote para armazenar conjunto de pacotes contendo as classes de definições dos objetos que serão  produzidos e consumidos pela API.

Pacotes de DTOs 

Dto.req / dto.res / dtp.filter

dto.req: pacote para classes dos objetos que serão consumidos pela API.

dto.res: pacote para para as classes dos objetos que serão retornados pela API.

dto.filter: pacote para as classes contendo as estruturas dos filtros de pesquisa de dados que também serão consumidos pela API.

Configurações de cors

Cross-origin resource sharing

“Cross-origin resource sharing é uma especificação de uma tecnologia de navegadores que define meios para um servidor permitir que seus recursos sejam acessados por uma página web de um domínio diferente. Esse tipo de acesso seria de outra forma negado pela same origin policy”. Wikipédia

Essa configuração libera a API para ser consumida/utilizada publicamente por qualquer site ou origem, além disso não é necessário autorizar origem previamente. 

(Configuração útil durante o desenvolvimento que deve ser revista na hora de colocar o projeto em ambientes de produção).

SwaggerConfig / corsConfig / jpaAuDitingConfig

SwaggerConfig: Configurações da dependência do Swagger(Open Api) para uma página contendo documentações da API seja gerada automaticamente, permitindo também o teste dos endpoints sem a necessidade da utilização de ferramentas como o Postman.

JpaAuditingConfig: Configurações do Spring para habilitar notações de auditoria de dados, conforme a documentação oficial: https://docs.spring.io/spring-data/jpa/docs/current/reference/html/#auditing.basics

Application Properties  

Arquivo de configuração padrão do spring boot, podemos configurar parâmetros para acesso ao banco de dados, a porta http que a API deverá utilizar, e diversos outros parâmetros.

Chegando até aqui a infraestrutura básica da tua Back-end API com Spring Boot 2.0 está configurada!

No tutorial em vídeo você consegue ver os passos completos e com mais detalhes. Não deixa de visualizar e boa sorte na criação do teu projeto.

Vídeo tutorial com passo a passo completo

*Artigo escrito por Nicolas Wojcichoski, programador da Kbase

Outsourcing em TI: a evolução da parceria entre Kbase e MBM

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Antes de tudo, se você ainda não sabe, entenda o que é e para que serve o serviço de outsourcing em TI. Em resumo, funciona como uma terceirização da mão de obra de profissionais para o setor de tecnologia de uma empresa.

Com esse modelo de contratação, uma das principais vantagens é que evita grandes investimentos em infraestrutura, já que o outsourcing proporciona às empresas contratantes os recursos, a segurança e o planejamento que precisam.

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Como o outsourcing da kbase ajudou o grupo mbm

Agora saiba quem é o Grupo MBM, empresa parceira da Kbase há mais de 10 anos. A MBM é especialista em planos de previdência, seguros de vida, operações financeiras e outros benefícios. E conta com o outsourcing da Kbase desde 2009, com a finalidade de otimizar seu sistema de gestão.

A parceria teve inicio com a busca da MBM por profissionais com conhecimento na tecnologia Progress Open Edge. E na equipe da Kbase o time é qualificado e com experiência de sobra para atender demandas que utilizam essa linguagem de programação.

Assim, o primeiro profissional da Kbase foi alocado na MBM, o Marcelo Maia, que pela assertividade está até hoje trabalhando nesse projeto.

Nesse meio tempo, como resultado do desenvolvimento positivo e amadurecimento nas entregas, foram contratados mais dois profissionais, o Erealdo Pinto e a Tatiane Machado.

outsourcing de ti

Atualmente a MBM conta com esses três profissionais full time, que estão cada vez mais integradas e alinhadas à cultura da empresa. Sobretudo, a Kbase foca em concluir os objetivos e ser apoio no crescimento e desenvolvimento dos profissionais.

Com a finalidade de ajudar a compartilhar essa trajetória, o atual gerente de TI do Grupo MBM contou a experiência dele e da equipe com a gente. Confira abaixo.

Depoimento do cliente

“Quando me tornei gerente o contrato já estava em vigência, realizamos uma negociação dos valores no ano passado.

Fui muito bem atendido, como necessito de três colaboradores foi necessário adequar os valores sem prejudicar o orçamento. tivemos sucesso e agilidade nas tratativas.

O principal resultado hoje é a experiência do time na arquitetura e linguagem do nosso projeto, tenho tranquilidade para passar as demandas e certeza de um bom resultado.

O ponto mais importante que temos é uma relação clara e construtiva, os colaboradores são prestativos e estão completamente inseridos em nossas atividades.

É uma empresa de confiança que busca a excelência dentro e fora de nossa estrutura, entendo como uma empresa que pode se colocar no lugar do cliente, fortalecendo a parceria e aberta ao diálogo, tenho total confiança em seu trabalho.

Gostaria de agradecer a parceria que construímos e parabenizar pela postura na condução de todas as situações apresentadas nessa jornada.”

– Fabiano Affeldt Rocke.

SAIBA MAIS: O SUCESSO DA PARCERIA ENTRE KBASE E TUMELERO

Progressive Web App (PWA): porque sua empresa precisa de um

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Toda empresa que deseja aumentar ou manter a interação com seus clientes deve fazer parte do universo digital. Isso é fato. Mas a dúvida que pode surgir na hora de desenvolver uma aplicação é saber qual escolher. Levando em conta que a maioria dos acessos à web acontece por dispositivos mobile, existem três alternativas possíveis: criar um site responsivo, desenvolver um aplicativo específico para o negócio ou criar um Progressive Web App (PWA). Ler Mais

Home Office: até quando? Diretor da Kbase fala sobre os desafios do trabalho remoto

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Passados mais de 60 dias que estamos com todos os nossos colaboradores exercendo suas atividades de maneira remota, vem a pergunta: até quando vamos ficar no modelo home office? Parece que não temos essa resposta ainda. 

A pergunta mais frequente nesse momento é: podemos ficar o resto de nossas vidas assim? Parece drástico né? Mas acredito que devemos fazer essa reflexão sem pestanejar, com a frieza que as decisões racionais exigem.

Se adaptando a uma nova forma de viver 

Com a repentina chegada do COVID-19, a sociedade inteira entrou em um processo de adaptação. Se por um lado estamos nos desafiando a cada dia com uma nova forma de viver as nossas vidas, por outro lado temos o desconforto de ter uma quantidade enorme de dúvidas sobre o futuro. A incerteza, essa inimiga invisível tem tido um espaço cada vez maior em nossos pensamentos.

Começamos o ano tendo ótimas expectativas, janeiro e fevereiro foram meses que mostravam belos sinais e de repente chega março. Março um mês que para muitos seria o início de 2020, pois esses muitos acreditam que o ano só começa depois do carnaval, mas não! Março não deixou o ano começar e assim fomos forçados a iniciar uma nova forma de viver, onde muitos não saem de casa para fazer as mesmas coisas que sempre fizeram fora de casa, uma forma um tanto quanto simples, mas que para a maioria era algo inimaginável.

Para nós, atuar com toda a empresa em formato de Home Office foi uma inesperada aventura. Crescemos com isso! 

Por aqui iniciamos a nossa grande aventura de praticar o desapego. Nos entregamos ao desafio de quebrar a cultura de anos com o trabalho presencial e pelo bem-estar das pessoas, colocamos a empresa inteira em Home Office. 

planejamento e controle

SAIBA MAIS: FLEXIBILIDADE E ESTRATÉGIA NA ÁREA DE TI – CHAVES PARA A TRANSFORMAÇÃO

Com as poucas experiências de trabalho remoto, foi preciso trabalhar a confiança e ressignificar a percepção de que os resultados são abaixo do rendimento em comparação com a produtividade presencial. O primeiro passo para isso foi entender que o verdadeiro problema está na falta de controle. 

Superando desafios que acompanham grandes mudanças

Com o entendimento dos maiores medos, dúvidas e preocupações, compartilhando e trocando experiências, encontramos respostas para estruturar um processo de trabalho remoto eficiente. Começamos essa busca por soluções juntando praticamente todas as áreas da empresa para compartilhar e entender os principais desafios. Levantamos seis questionamentos:

  1. Formas de realizar a gestão das pessoas e suas atividades;
  2. Estabelecer comunicação periódica entre time e gestão;
  3. Organizar pessoas considerando disponibilidade para as atividades de trabalho, pensando também nos momentos de lazer. Porque em confinamento é obrigatório mexer o corpo;
  4. Infraestrutura: liberar acessos remotos, equipamentos e também o ponto mais complexo na questão local onde o colaborador realizaria as suas atividades, porque não temos ação sobre este tema;
  5. Entender os reflexos do distanciamento social dentro do ambiente de trabalho e da rotina.
  6. Processo de desenvolvimento: “como desenvolver pessoas apesar da distância física?”

Planejamento, colaboração, comunicação e controle

A participação da Gestão de Pessoas, Marketing e Administração foi fundamental para elaboração do planejamento. Outro ponto importante foi o apoio da nossa consultoria de gestão externa nos alertando para o acompanhamento próximo das pessoas, mesmo estando longe delas. 

Após a estrutura do planejamento, agimos na inserção de pontos de acompanhamento e controle nos processos:

  1. Agendamento de reuniões diárias para todas as áreas (formalizado e programado);
  2. Organização das plannings, daylis, reviews e retros com horários pré-definidos com o conhecimento e participação de todos;
  3. Criação de documento com orientações e processos para realização do home office;
  4. Contato constante (diário) com as pessoas durante todos os processos, para entender como cada um sente este novo formato de trabalho e atuação.

equipe de TI em home office

Os resultados que estamos colhendo são fruto de uma equipe dedicada, que pegou junto e nos surpreendeu a cada entrega de projeto. Hoje podemos dizer que apesar de fisicamente distantes, estamos ainda mais conectados. 

O mundo inteiro está mudando e a forma de trabalhar também, com certeza voltaremos diferentes. Em breve estaremos juntos, com novos aprendizados e prontos para compartilhar nossas novas vivências. 

*Michael Tatsch, sócio-diretor da Kbase.

SAIBA MAIS: GESTÃO DE EQUIPE ÁGIL – COMO QUALIFICAR SEU TIME DE DESENVOLVIMENTO

O Brasil é um dos maiores produtores de lixo eletrônico do mundo

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05 de Junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente e o Brasil é um dos maiores produtores de lixo eletrônico do mundo.

E como apaixonados por tecnologia, é um dever importante fazer reflexões sobre cuidados com equipamentos eletrônicos fora de uso. O que você faz com os seus?

O que é lixo eletrônico

Antes de tudo, uma breve explicação sobre o lixo eletrônico (também conhecido por “e-lixo”). De modo geral, o lixo eletrônico é um resíduo computacional. Ou seja, qualquer equipamento eletrônicos descartado ou obsoleto. A definição inclui computadores, televisores, telemóveis/celulares, entre outros dispositivos. Sendo assim, entra na lista todos os equipamentos com plug de tomada ou bateria.

Assim como tudo o que é produzido com cobre, alumínio, mercúrio, chumbo e outros metais pesados, pois essas substâncias são altamente tóxicos e a decomposição pode trazer muitos danos à saúde humana. 

Os maiores destinos de lixo eletrônico

Segundo um estudo chamado a Visão Circular para Eletrônicos – Hora de um Reinício Global, publicado em janeiro de 2019, o Brasil é um dos 11 principais destinos no mundo de descarte desses materiais eletrônicos.

Além disso, o estudo traz também números de países como os Estados Unidos e Canadá, onde cada pessoa produz uma média de 20 quilos de lixo eletrônico em um ano. Na União Europeia, a quantidade cai um pouco para 17,7 kg. Enquanto os o 1,2 bilhão de habitantes do continente africano gera 1,9 kg de lixo eletrônico. 

Por fim, a pesquisa estima que o mundo produza cerca de 50 milhões de toneladas de e-lixo por ano. 

Então, já deu pra entender que esses materiais são perigosos e precisam ser descartados corretamente, certo?

A responsabilidade de garantir que esses equipamentos não sigam para lixões comuns junto com resíduos diários é nossa. E para ajudar com o descarte correto, algumas marcas de eletrônicos possuem projetos de coleta.

Pontos de coleta para descarte de equipamentos

APPLE

A Apple conta com um canal para descarte de seus produtos no Brasil, basta seguir o passo a passo disponível no site.

SAMSUNG

A sul-coreana Samsung possui um programa de reciclagem que oferece urnas de coleta localizadas nas assistências técnicas autorizadas ou nas lojas próprias espalhadas pelo país. Confira no site mais informações sobre o programa.

MOTOROLA

A empresa conta com um programa de coleta de baterias usadas desde 1998. Em 2007, o programa expandiu para um sistema de coleta de baterias e equipamentos da marca. Veja mais e descubra no site as lojas e assistências técnicas.

LG

O programa Coleta Inteligente da LG abrange toda a linha de eletrônicos e eletrodomésticos, como computadores, celulares, mini-systems e geladeiras da marca LG Electronics. Consulte os postos de coleta.

DELL

A Dell possui um programa com uma variedade de opções para reciclagem de aparelhos. Oferecendo a oportunidade de reciclar seu produto Dell indesejado gratuitamente. Saiba tudo no site.

ACER

A Acer atua com responsabilidade ambiental disponibilizando ao cliente um canal especifico para auxiliar na reciclagem e no descarte corretos dos equipamentos da marca. Descubra os canais de contato.

Além dessas opções, hoje em dia é fácil encontrar lojas de informática e pontos que recolhem os itens usados para o descarte apropriado, basta dar um google.

SAIBA MAIS: CULTURA DO ENGAJAMENTO – APOSTE NA INTEGRAÇÃO COM SUA EQUIPE DE TI

Sobre o dia mundial do meio ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente é a principal data das Nações Unidas a fim de promover ações ambientais e sensibilizar a comunidade global sobre a necessidade de proteger o planeta. Organizada desde 1974, a data cresceu e como resultado se tornou uma plataforma global para a divulgação de ações públicas pelo meio ambiente em mais de 100 países.

Sobre biodiversidade

O tema do Dia Mundial do Meio Ambiente em 2020 é a biodiversidade. E o foco é na campanha #HoradaNatureza.

A fim de de chamar atenção para a relação entre a saúde humana e do planeta, a #HoraDaNatureza traz um apelo para combater a crescente perda de espécies e a degradação ambiental.

A colômbia é o país sede desse ano e fará eventos online e ao vivo transmitidos de Bogotá. Além disso, serão realizados outros eventos e celebrações online pelo mundo.

Clique aqui e saiba como acompanhar as ações.

*Artigo escrito por Bruna Lucas, Especialista em Marketing na Kbase.

Apps com React Native ou desenvolvimento nativo: qual a escolha ideal?

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Vamos iniciar entendendo o que é cada um. O desenvolvimento nativo é aquele que visa criar um software/aplicativo para uma plataforma específica, como IOS, Android ou Windows. Já o “React Native” é um framework criado pelo Facebook, utilizado para o desenvolvimento mobile, com intuito de acelerar o tempo de construção de uma solução. Mas antes de desenvolver aplicações mobile é preciso entender que cada plataforma, iOs ou Android, possui especificidades que vão desde a linguagem até sua arquitetura. É por isso que os códigos multiplataformas foram implementados e trouxeram a possibilidade de desenvolver apps com React Native. Ler Mais

Flexibilidade e estratégia na área de TI: chaves para a transformação

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Flexibilidade e estratégia na área de TI são essenciais para acompanhar o curso natural e a evolução do mercado. Por que eu digo isso? Com certeza você já ouviu falar ou conhece alguém que sofre da famosa síndrome de Gabriela: eu nasci assim, vou ser sempre assim… E na área da tecnologia da informação isso não é diferente. Ler Mais

JavaScript: uma linguagem de alto nível para desenvolvimento web

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Conhecida e renomada, JavaScript é uma linguagem de programação utilizada para desenvolvimento Web. Por ser simples, dinâmica e executável no navegador, tornou-se uma das linguagens mais utilizadas no mundo. Assim, com aumento de sua popularidade, novos frameworks e ferramentas para sua utilização surgiram. Isso realçou suas funcionalidades e possibilitou que fosse utilizada tanto no back-end quanto no front-end. Ler Mais

Desafios para TI: a dança das cadeiras pode ser evitada?

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Desde que me conheço por gente, a falta de profissionais de Tecnologia da Informação sempre esteve nos holofotes e manchetes das publicações especializadas em carreira. Esse problema agrava-se com o passar dos anos e a dificuldade que as ciências exatas têm em formar novos profissionais neste nicho. Por isso, também está entre os principais desafios para TI. Ler Mais